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Minha Dinda: Entre The Killers, Thiaguinho e o Amor que Nunca Desistiu de Mim.

Se eu pudesse definir as pessoas mais especiais da minha vida como países, minha Dinda seria a Suíça. Equilibrada, mediadora e cheia de aula, mas não se engane: essa Suíça aqui também adora um bom rock e um whisky para acompanhar. Ela tem aquele dom raro de apaziguar conflitos sem perder a firmeza, e talvez isso tenha tudo a ver com seu mapa astral — que é praticamente um manual de liderança e acolhimento.

Minha Dinda tem Sol em Áries, ascendente e Lua em Capricórnio e Marte em Touro. Se você conhece um pouco de astrologia, já deve ter percebido que essa combinação é um verdadeiro equilíbrio entre fogo e terra. O Sol em Áries faz dela determinada e cheia de energia, mas o Capricórnio a ensina a jogar no longo prazo, com disciplina e paciência. E Marte em Touro? Ah, esse é o toque de resistência e constância, a força que faz segurar qualquer barra sem perder a compostura.

Mas não para por aí! Quando olhamos para a numerologia dela, encontramos os números 6 e 3, que representam acolhimento, harmonia e alegria. O número 6 é aquele que cuida, protege e transforma qualquer ambiente em lar. Já o 3 traz leveza, criatividade e um brilho que contagia. Ou seja, ela é uma mistura perfeita entre a firmeza de Capricórnio e a doçura do número 6, entre a energia ariana e a alegria do 3.

Agora, trazendo um pouquinho de neurociência para a história: o cérebro dela é pura sincronia entre o sistema límbico (emoção) e o córtex pré-frontal (razão). Sabe aquela pessoa que consegue se colocar no lugar do outro sem deixar de pensar estrategicamente? É ela. A neurociência explica que pessoas com esse perfil tendem a ser excelentes mediadoras, porque alimentam regularmente suas emoções e mantêm o controle da situação. É o tipo de pessoa que você quer por perto quando o caos se instala.

Minha Dinda, além de tudo, tem uma trilha sonora própria. Enquanto eu me derreto ao som de Péricles e Thiaguinho, ela é do The Killers. O engraçado é que, apesar das diferenças musicais, a gente sempre encontra uma maneira de se conectar. Lembro até hoje do meu casamento, quando fiz questão que ela entrasse ao som de Thiaguinho, tocado no violino. Ela, que é do rock, aceitou e brilhou do mesmo jeito. Porque no final, nossa sintonia não depende de uma playlist, mas sim do laço que nos une.

Os meus amigos chamam ela de “Dinda” também! Confesso que dá um certo ciúme. Gente, cadê os padrinhos de vocês? Mas a verdade é que ela tem esse dom de acolher todo mundo, de fazer qualquer pessoa se sentir parte da família. E isso, mais uma vez, está lá no mapa astral, na numerologia e na neurociência: ela nasceu para ser esse porto seguro.

Quando ela me chama de “pretinha da dinda”, eu volto no tempo. No colo dela, sou sempre a menina da Pereira Neto, aquela que se sente protegida, amada e livre para ser quem é. E se tem algo que eu desejo para a próxima vida, é voltar filha da minha Dinda mais uma vez. Porque se tem algo que a astrologia, a numerologia e a neurociência me ensinaram, é que algumas conexões são tão profundas que ultrapassam qualquer existência.

E você? Já parou para pensar como o mapa astral, a numerologia e a neurociência podem te ajudar a entender melhor as pessoas da sua vida? 

No fim, o que realmente importa não é o signo, o número ou a ciência por trás das relações. O que nos marca para sempre é o amor que acolhe, que transborda, que atravessa vidas e se refaz em cada reencontro. Porque mais do que entender, sentir é o que realmente nos conecta.

Com Amor 

Pretinha da Dinda.